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EUA, Japão e mais 10 países assinam acordo histórico de livre comércio.

Após quase cinco anos de negociação, Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Singapura, Estados Unidos e Vietnã anunciaram hoje (5) o chamado Tratado Transpacífico de Comércio Livre (TPP, sigla em inglês). O acordo já é considerado o maior tratado de livre comércio celebrado na história mundial e reúne 40% das riquezas do mundo.
A imprensa norte-americana informou, inicialmente, que o acordo havia sido celebrado por meio de uma fonte da área econômica do governo, mas a assinatura do documento foi confirmada pelo primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.
Na prática, quando o tratado entrar em vigor, os países irão eliminar tarifas de comercialização de bens e serviços.
A assinatura do acordo é considerada a maior conquista econômica da gestão do presidente Barack Obama. Após a confirmação do assinatura, ele afirmou que o tratado representa “valores americanos" e disse que as empresas norte-americanas serão beneficiadas, porque poderão vender mais produtos e serviços para o mundo.
A negociação do acordo foi feita de maneira discreta e bastante criticada, porque outros blocos econômicos consideram o TPP uma ameaça às economias regionais e ainda a algumas multinacionais e grupos de interesse como empresas automobilísticas e empresas do agronegócio.
Paraque o tratado  entre em vigor, os Congressos dos países signatários precisam autorizar a transação. O Congresso dos Estados Unidos, por exemplo, hoje de maioria republicana, deve ratificar as regras do acordo para que o TPP entrer em vigor no país.
Fonte: Agência Brasil


Israel reforça segurança na Cidade Velha de Jerusalém.
Israel distribuiu nesta sexta-feira (18) centenas de policiais adicionais em torno da Cidade Velha de Jerusalém, depois que líderes palestinos convocaram um "dia de fúria" para protestar contra as novas medidas de segurança israelenses.
Cerca de 800 policiais extras foram posicionados no coração da cidade e em bairros árabes adjacentes, onde as tensões estiveram altas ao longo da semana, após violentos confrontos na área da mesquita de Al-Aqsa e ataques de palestinos com pedras contra carros israelenses.
O foco de tensão é o complexo que inclui Al-Aqsa e o Domo da Rocha, um dos lugares mais sagrados do Islã. Judeus se referem a essa área como Monte do Templo, onde ficava um antigo templo judaico. É o lugar mais sagrado do judaísmo.
"A polícia israelense aumentou a segurança dentro e ao redor de Jerusalém e da Cidade Velha, a fim de prevenir e responder a quaisquer incidentes que possam ocorrer", disse o porta-voz Micky Rosenfeld, acrescentando que foram deslocadas unidades à paisana.
Em um esforço para limitar a ameaça de violência, Israel também proibiu o acesso à mesquita de Al-Aqsa a todos os homens com menos de 40 anos nesta sexta-feira, o dia sagrado muçulmano. Ao invés de aplacar a agitação, as restrições alimentaram a ira e a frustração.
Protestos palestinos foram planejados em várias cidades da Cisjordânia, território ocupado por Israel, incluindo Ramallah, Hebron e Nablus, onde um jovem foi morto por forças de segurança israelenses depois de atirar uma bomba incendiária, disseram médicos e o Exército israelense.
Fonte: G1

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